Arquivo de 14 de Março, 2008

por Carol Freire às 08:17

Posso dizer que o primeiro contato entre a Elisa e eu foi totalmente digital. Devido a uma complicação na gravidez, ela nasceu de 6 meses com apenas 900 gramas e 36cm e levaram-na diretamente à incubadora sem direito ao momento cinematográfico em que o médico coloca o bebê todo lambuzado no colo da mãe. Melodramas a parte, eu fiquei lá quietinha esperando notícias. Minutos depois, o médico me mostrou uma foto na tela do seu celular. “Olha só, Carol, essa é a sua filhota”.

por Lara às 08:07

Em outubro de 2007, a Nickelodeon realizou uma pesquisa com 7 mil crianças entre 8 e 14 anos e de 12 países diferentes chamada de “Playground Digital” . O objetivo da pesquisa era de entender o relacionamento das crianças com a tecnologia.

A pesquisa mostrou dados bem interessantes, entre eles o fato das crianças brasileiras serem as que mais utilizam a Internet e mais ainda, são as que mais acessam conteúdos Web 2.0 . Só perdem para a China no quesito de inclusão de vídeos na Web. (por que será, não é mesmo?)

Essa pesquisa acaba trazendo a tona o conceito de que a Web 2.0 é a Internet da nova geração, dessa geração Web. Muito mais do que uma evolução natural da Internet, a Web 2.0 é, na verdade, o modo de entender a Internet da geração que cresceu com ela. É o reflexo do comportamento das pessoas que aprenderam a desenvolver seus relacionamentos através do MSN, de manter contatos através de redes sociais e que acostumaram a ter acesso a toda a informação necessária com apenas um clique e sem dúvida, a interagir com ela.

Com isso, fica mais fácil entender a Web 2.0 quando se compreende essa geração. E é importante que as empresas façam uso disso para chegar mais perto do seu público-alvo, mesmo que na primeira estância, não sejam as crianças/adolescentes. A interação é muito importante e é isso que vêm marcando a nova publicidade e os novos conteúdos na Internet. Inclusive, vêm mudando o comportamento de consumo. Essa geração Web possui uma relação com o poder de compra muito mais cedo do que as gerações anteriores. Isso os torna decisores de compra e influenciadores de pais. Eles deixam de ser consumer para se tornarem prosumer* . Para conseguir a efetivação de compra desse prosumer, é importante levá-lo a um mundo especial em que sensações, ações e interações vão tornar sua vida mais interessante.

Essa necessidade de tornar o mundo de vendas mais especial não vale somente para o marketing. Qualquer relação, principalmente com essa geração Web, precisa ser muito mais interativa e dinâmica do que para as gerações anteriores. Seja no entretenimento, no comércio e até mesmo na educação.

* Prosumer: é um termo que surgiu com a Web 2.0. É a união das palavras Producer + Consumer. Ou seja, passa a ser o Produtor Consumidor.

Para ver a pesquisa da Nickelodeon na íntegra, clique aqui .

 

por Touche às 07:47

8 dígitos + 2 caracteres especiais + teclado virtual + token eletrônico…. caralha…. será que as senhas se tornarão parágrafos antes do chip intracraniano com detector de DNA de popularizar?

Várias vezes ao dia me pego perdendo um bom tempo tentando lembrar minhas senhas. Logicamente tento deixá-las sempre parecidas (que o sorveteiro Michel não me ouça), mas decorar 27 senhas é impossível.

Listei algumas senhas que me perturbam no meu dia-a-dia. Com certeza esqueci várias.

Banco PF - teclado eletrônico

Banco PF - cartão

Banco PF - visa eletron

Banco PJ - teclado eletrônico

Banco PJ - cartão

Cartão de segurança do banco (serve para PF e PJ, ufa)

Ticket refeição eletrônico

E-mail pessoal

E-mail comercial

Rede do trabalho

Intranet do trabalho

Perfil do computador de casa

FTP

Flickr

Orkut

Linkdin

Facebook

Blog

Twitter

Youtube

Del.icio.us

Messenger

Comunicador do trabalho

PIN celular

Trava do celular

Mercado Livre

ZYB - site para backup de celular

Para deixar um comment digite a senha.

por Juliana Batista às 07:46

A web 3.0 ainda não é uma realidade tão clara para os habitantes fora do eixo da terra do Tio Sam, mas é interessante ver como o mercado e a cultura brasileira caminham para isso, ao menos no que diz respeito a tentar entender seu conceito (amém!).

Dentro de um processo que começou com uma maior atenção ao que se denominava – e ainda se denomina - de mídia online e num meio onde a mídia offline ainda ditava as regras, a web 2.0 foi ganhando força e filhos pródigos como SEM, SEO e SMO.

Falar em web 3.0 é falar no mundo ideal em que não haja mais a banal distinção de mídia on ou off, onde tudo seja uma engrenagem única – e o caminho para esse mundo ideal é cada dia mais real. Digo banal porque quando se pensa em marketing e publicidade como um todo, soa meio estranho pensar em on e off como coisas separadas, ou até mesmo chegar a tentar dizer que “essa é mais importante que a outra”. São peças diferentes, mas todas as duas são importantes para o bom funcionamento da engrenagem.

Sem falar que no passo que vai a tecnologia, vai ser até difícil definir o que é on ou off, será tudo a mesma coisa, ou uma nova coisa. Basta ver que nos EUA já é possível, ainda que em alguns casos em fase beta, usar TV e computador num só aparelho, o que propicia ao usuário buscar e visualizar propagandas na tela com anúncios relacionados com o contexto que está assistindo – isso é algo que pode ser trabalhado com SEM? – ou personalizar “o seu canal” com o conteúdo que lhe agrada ou de acordo com o nicho do qual faz parte – isso é algo que pode ser trabalhado com redes sociais?).

Em termos de economia, isso propicia o que Chris Anderson, autor do The Long Tail, alardeou na capa da Wired deste mês (aliás, ele é diretor de redação e um dos editores da revista): mais do que na era da web “ponto alguma coisa”, estamos na era do grátis.

O grátis, diz ele, surgiu com a evolução da economia de mercado, da livre e saudável concorrência. O Google é o maior exemplo disto, tendo lucrado US$ 4,2 bilhões em 2007 oferecendo tudo sem ônus. Detalhe: pelo menos 98% desta receita foi financiada pelos links patrocinados.

Entre outros exemplos da era do grátis podemos citar a boa e velha Wikipedia, operadoras de celular que dão o celular de graça em troca de assinatura de pacote de serviços, softwares “freemium” e a idéia do ano em 2007 no meio musical, que foi o Radiohead disponibilizando grátis seu CD In Rainbows (ou, melhor, em leilão, no sistema “pague o quanto quiser, puder e tiver, whatever, leve as músicas para casa”), pois o montante que realmente vai encher o bolso deles é o de shows e afins.

Isso levanta uma discussão acalorada sobre “quem financia o grátis”. Como disse João Marcelo Bôscoli, presidente da gravadora brasileira Trama, sempre tem alguém que paga a conta, e a transferência desta para os anunciantes é mera reprodução do mecenato que existe há um trilhão de anos. Ou seja, nada se cria, tudo se copia, muta e dá cria.

Mais do que isso, todos esses fatos denotam uma revolução no sentido de informação, qualidade e interatividade.

O fato é que é muito bom estar num mundo onde as informações e os acontecimentos estão aí - basta você se mexer para não ficar para trás.

por Michel Carasso às 07:46

No intuito de tornar ainda melhor o gerenciamento de anúncios, o Google lançou hoje (5ª feira – 13/03/2008) o Ad Manager, que é complementar ao Ad Sense. O serviço é gratuito e busca ajudar responsáveis por sites a vender campanhas de propaganda de forma mais rápida e preencher espaços não vendidos em suas páginas.

O Ad Manager se propõe a facilitar alguns problemas na administração de publicidade online como, por exemplo, achar inventário online disponível e pegar anúncios com os cliques que melhor pagam.

Sua flexibilidade permite que publishers vendam suas próprias propagandas, além disso, a nova plataforma pode direcionar anúncios a usuários específicos, baseado no domínio, o navegador, a linguagem, o sistema operacional e quanta banda o usuário consome.