por Lara às 03:33
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Hoje entrou no YouTube um vídeo novo sobre Web 2.0 e Educação. Uma pena que esse vídeo não estava lá em novembro do ano passado, teria sido um apoio bem interessante na apresentação do trabalho de conclusão do MBA.
Ele fala da importância em utilizar a Web 2.0 na sala de aula, estimulando as crianças a criarem, compartilharem e colaborarem. E, foi exatamente sobre o mesmo tema o meu TCC - “Web 2.0: Utilizando a colaboração em favor da educação”.
Aos interessados, o PDF do TCC está disponível aqui.















24 de Março, 2008 at 9:14 pm
Isto é maravilhoso! Mas, saiba que nesta área, que conheço bastante, tem muita gente que se diz especialista e ignora tal avanço… Para mim, é o futuro da educação!
24 de Março, 2008 at 10:25 pm
É Alexandre, realmente durante a pesquisa que fiz sobre o assunto percebi que tem muita gente ignorando tal fato. E as vezes nem é só um problema do educador, as instituições também precisam incentivar e apoiar os educadores nesse avanço. Acho que todo mundo só tem a ganhar (crianças, pais, educadores e instituições de ensino).
1 de Abril, 2008 at 8:07 pm
Em relação à Web 2.0, acredito que o potencial dessas novas tecnologias ligados a esse conceito é enorme em termo de produção de um novo tipo de educação (Educação 2.0), cuja aprendizagem, penso eu, será cada vez mais significativa. Mas, simultaneamente, a Web 2.0 apresenta alguns riscos atualmente, que é o fato de tais novas tecnologias estarem sendo produzidas e conduzidas por empresas estrangeiras, principalmente norte-americanas. Nesse sentido, faz-se necessário problematizar as implicações da entrega de dados que todos estão fazendo diariamente para essas empresas e os riscos que isso comporta tanto em termos individuais quanto em termos coletivos, de um Estado-nação: há algum compromisso dessas empresas em guardar permanentemente esses dados, que é uma verdadeira produção cultural brasileira, ou elas podem apagá-las quando bem quiserem? Não seria a hora do Brasil pensar em soluções próprias de novas tecnologias Web, inclusive considerando o uso e incentivo ao software livre, visto que essas novas tecnologias ligadas ao conceito de Web 2.0 são, em sua maioria absoluta, proprietárias? Nesse sentido, defendo um otimismo simultaneamente ligado a um processo de problematização do uso dessas novas tecnologias. Como usá-las? Mas, também, como resistir a elas? Resistência no sentido de problematização, questionamento, discussão e engajamento político-social de toda a sociedade, inclusive a escola e seus profissionais, pensando um Brasil independente em termos de tecnologia de software também na Web: e talvez entre em cena, nesse contexto, novamente o software livre, tanto citado apenas para os desktops.