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Por Fernand Alphen(ainda sem senha)
Eu queria propor um debate e que venham os polemistas de plantão.
Imaginemos que a gente possa planejar mídia por conteúdo. Ao invés de centrar nossos planos por veículo, a gente comece pensando nos seus conteúdos.
Vamos pegar um exemplo clássico. O seriado Lost é assistido por muita gente: alguns na TV Globo, outros no Terra, outros baixam da Internet, e mais um punhado olham picado no Youtube. Tem ainda quem além (ou ao invés) de assistir só fica bisbilhotando (ou lambendo) os blogs que comentam o seriado ou aqueles que só lêem as resenhas dos seriados. E tem os doidos que fazem tudo isso e ainda criam outras histórias paralelas, livros paralelos, quadrinhos paralelos, vídeos paralelos.
Muito bem. Se a gente pensar primeiro no conteúdo porque ele é pertinente com o conteúdo publicitário que eu quero para a minha marca, em que mídias anunciar? Que espaço comprar? Talvez nem todos sejam compráveis, mas é possível imaginar um jeito de se associar à maioria desses pontos de contato. E também é possível imaginar que todas as audiências podem ser mensuradas.
Quanto ao meu conteúdo “publicitário” se ele for apenas “afim” (que tem afinidade) talvez mais simples e efetivo fosse fazer um “product placement”. Resolve a questão da audiência máxima e pertinente.
Só não resolve a sagrada separação entre o que é puramente editorial e o que é comercial.
E aqui está o X da questão (e não aqueles X jurássicos).
Como é que eu faço para conseguir estar “junto” com todas as “mídias” que veiculam o conteúdo que interessa sem ser promíscuo? Porque é certo que, ainda que seja possível, é muito provavelmente inviável porque caro demais. Já imaginaram a quantidade de gaiato leiloando seu conteúdo “Lost related”?
Talvez, nesse X esteja o caminho da verdadeira renovação criativa.
Talvez a gente devesse criar “de acordo” com essa afinidade de conteúdo outro conteúdo, complementar.
Talvez a gente devesse ser capaz de criar conteúdos tão pertinentes e impactantes quanto Lost, associados com uma marca.
Talvez a gente devesse criar conteúdos publicitários para cada um dos pontos de contato possíveis.
E talvez tudo ao mesmo tempo.
Sacaram o desafio e como nosso ofício pode ser excitante?
Mais tarde rola a abertura do QuickFlick World SP. O festival de vídeos de até 3 minutos reúne, quatro vezes por ano, flimmakers, DJs e VJS em 11 cidades do mundo: São Paulo, Nova York, Londres, Buenos Aires, Berlim, Barcelona, Cidade do México, Mumbai, Pequim, Tel Aviv e Tókio.
O tema dessa edição é FAÇA VOCÊ MESMO.
21h no CINESESC. De Graça e imperdível.
R. Augusta 2075- Jardins
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Sugestão enviada por Danielle Miranda.
Era exatamente isso que nós mulheres precisávamos (além de outras cositas mais!). Um salão de beleza virtual. Ao ler a notícia no WNews não entendi direito como isso funcionaria mas, não resisti a curiosidade e lá fui eu averiguar.
Adorei. Fiquei pelo menos uma hora mudando maquiagem, cabelo, tirando olhera. E olha, o milagre das olheiras é realmente incrível. Primeiro, você faz um cadastro no site, faz o upload de uma foto sua e através de marcação de alguns pontos específicos ele faz um mapeamento do seu rosto e você começa a mudar tudo. Depois é possível salvar a foto inclusive na sua máquina. Aí, é só levar no cabelereiro/maquiador e pedir para ficar exatamente daquela maneira!
É muito simples! Vale a pena conhecer. TAAZ.
Depois de testar muitas cores de batons, sombras e cabelos cheguei ao resultado final que vocês podem ver aí embaixo. Aproveitem e vejam a minha versão de cabelo preto pq essa, só nessa ferramenta mesmo. O ruivo me persegue.
Além da diversão garantida para a mulherada a idéia é uma ótima ferramenta de publicidade. Enquanto vai escolhendo as cores de maquiagem vão aparecendo marcas de produtos que possuem essas cores e a recomendação. Só faltou um link para o site do produto. Mas, eles chegam lá com certeza.
Aproveitem! Vale a pena se divertir.
Fonte: WNews
Agradecimento ao Michel Pereira que além de estar aqui ao lado super interessado na tecnologia que envolvia a ferramenta, me sugeriu o título desse post!
Com essa onda de milhões de usuários no twitter e todas as outras versões de micro-blogs por aí, as pessoas vão criando usos particulares pras ferramentas, excedendo a proposta inicial de simplesmente dizer o que se está fazendo. No twitter tem uma série de profiles dedicados a conteúdo. Exemplo disso é o AgendaCult que lança pros seus “seguidores” dicas culturais daqui de SP.
Passeando por aí conheci o Instapaper, dos criadores do Tumbrl. É uma ferramenta que se propõe a organizar coisas que vc quer ler mais tarde, sem deixar dezenas de abas abertas no seu browser. Através de um bookmarklet (botão/atalho no seu navegador) as notícias que merecem sua atenção em momentos mais apropriados, vão sendo armazenadas numa lista, cujo design é espartano (simple is good, and fast), e você as acessa quando quiser.
Obviamente existem mil formas próprias de se fazer a mesma coisa, mas o legal é que em tempos de enxurradas de conteúdo, você continua ganhando formas pra escolher o que, quando e como quer vê-los.
Edit depois da lembrança do Alon aí embaixo: Testei. Muito rápido o cadastro e o funcionamento. E dá pra assinar o RSS das sua lista de “pendências”. A principio achei que uma tag no del.icio.us faria o mesmo papel. Mas o instapaper consegue ser mais rapido e mais prático.
Pra debater, discordar e concordar. Nós (a)postamos.
Um exemplo que dá certo?
O Fabio postou o “Uma conta de padaria para refletir“. O Fernand esbravejou e 1o pessoas reagiram. O Fernand escreveu um artigo(veja na íntegra abaixo). O BlueBus publicou. Pessoas reagiram.
E o IceCream então convida: “Fernand, você aceita (a)postar conosco?”