Arquivo de 26 de Março, 2008

por Fernand Alphen às 01:41

Me permito postar aqui esse artigo. Tem a ver com q se andou discutindo por aqui. Alonmé, vc tem discipulos!

By: Nick Law Published: Mar 24, 2008pedr

Fifty years ago, to join advertising’s creative guild, a man had to tell funny stories and smoke a pipe. The patron saint of this exclusive guild was a guy in a suit from the Bronx named Bill Bernbach, who preached about advertising as entertainment. To this day, there are followers of Saint Bill who believe that people are so amused by advertising that they run right out and buy stuff. They believe this because if it weren’t true they’d have to go to Hollywood to tell funny stories, and it’s harder to get a job in Hollywood than on Madison Avenue.

Over time the guild crafted the creative one-two punch that has become synonymous with what they call “The Big Idea.” It consisted of their famous “funny story” tied up neatly with a conceptual bow called the “tagline.” It worked pretty well for 50 years. Making the stories sufficiently funny and the taglines sufficiently memorable was enough to get products attention, so it became doctrine. But now the industry has a problem.

The sage Saint Bill himself saw it coming when he said:

“If your advertising goes unnoticed, everything else is academic.”

I fear there are a lot of prodigiously funny ads that are like the proverbial tree falling in the woods. Armed with a fast forward button, and spending more and more time in front of computers, the audience has exposed a horrifying truth—the sons of Bernbach like making ads more than people like watching them.

Luckily for the guild, there are other places to tell funny stories. Award shows for example. Or the World Wide Web. Perhaps there’s no reason to panic after all. The storytellers will just keep coming up with “Big Ideas” as they’ve always done, but instead of putting them on TV, they’ll figure out a way to “extend” them on the web.

Leia o restante deste post »

por Baroni às 01:07

Uma empresa de Israel desenvolveu o Modu, o menor celular do mundo.

As principais features são: Viva-Voz, SMS, Mp4 player, Bluetooth, 1Gb de storage, vira pen-drive e ainda tem a possibilidade de voce trocar as jackets (módulos) dele. O preço inicial estimado está em torno de U$ 280 com dois módulos.

por Bruna às 12:29

Andei testando com uns amigos o Google Fight, que é um site bobinho, mas divertido, que permite que lutas sejam travadas entre duas coisas opostas, e normalmente polêmicas. O vencedor é sempre quem tem mais registros no Google (dizem). Claro que testamos Beatles X Rolling Stones, Fender x Gibson, Obama X Hillary, mas a surpresa maior foi quando botamos no páreo Google x Yahoo!:

gf.JPG

 Mas, ainda acho que o brinquedinho é pra difundir o Mozbot.

 

por Juliana Batista às 11:40

Lendo o Search Engine Watch resolvi pegar como mote a matéria que diz ” Is Twitter the new Google alternative?”.

A idéia é de que quando os usuários não conseguem encontrar alguma coisa no Google, eles poderão dirigir-se a outro mecanismo de pesquisa como o Yahoo, o Windows Live ou Ask.

A questão é que ultimamente mais e mais pessoas estão indo para o Twitter.

Brian Clark, autor do popular Copyblogger.com, migrou para o Twitter recentemente.  Segundo ele, procurava uma fotografia e não conseguiu através dos mecanismos de busca do Google. Ele ainda diz que o que realmente precisa é de uma recomendação pessoal, ou de alguém que sabia, algo confiáveis ou de consenso por várias pessoas.

Ou seja, talvez o que esteja em jogo é uma questão meio “máquina x homem”. O que seria melhor: os resultados filtrados pelos mecanismos de busca ou as indicações via Twitter? - lembrando que muitas indicações via Twitter não ocorreriam se fulano ou sicrano um dia não fosse fazer uma pesquisinha no Google ou qualquer outra ferramenta de busca.

A verdade é que interação humana aliada às ferramentas de busca é algo muito importante. Ainda não se sabe ao certo como aliar isso e gerar algo ideal, a Web 3.0, que pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet, talvez seja uma solução, embora em sua idéia base esta possível inovação esteja focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário.

O Twitter tem certeza que não substituiu o Google. Em vez disso, Piersall considera que as duas ferramentas complementam-se mutuamente.

O que o Google, Yahoo, MSN, AOL e Ask achariam desta discussão?

por Alon às 09:15

E os novos sorveteiros estão chegando…

Hoje quem se cadastrou no Wordpress foi o Valter Klug. Diretor de arte de internê, expatriado em Londres, em busca do pote de ouro no final do arco-íris (pena que Londres não tem sol e ele não sabia), fuçador e amigo aqui da galera.

Valtinho, seja benvindo.

por Alon às 07:53

A força do CQC não esta na sua audiência “ao vivo”. Mas sim nas pilulas dos quadros que ficarão na internet pra sempre. Esta é a força do conteúdo on demand, certo Fernand?

Agora, isso não é só pro CQC, ok?

por Alon às 07:47

O CQC do Tas promete. Tá esquentando. O único problema para alavancar mais rapidamente a audiência é a falta de limite em alguns momentos. Este exemplo do Gentili é engraçado mas, pra que tirar de idiota o padre Marcelo?

(Editado 1 horas depois)

E se o CQC brasileño seguir o original argentiño o padre Marcelo será só o couvert.

por Maca às 12:48

Sou um ancião de 30 anos e como tal gravei muito K7.

Eis que, 15 anos depois, a última novidade que vejo na internet é… o k7. O Mixwit é um tape virtual. Você puxa os sons da internet (não precisa baixar) e monta sua fita - podendo escolher entre diversos modelos de K7, cores, texto e até imagem (esta que usei, inclusive, uma tatoo do fantástico Jun Matsui).

Depois de tudo, você coloca a fita muito fácil na sua vida, jogando para blog (como fiz aqui), facebook, netvibes, twitter, etc, etc, etc.

Retrô, bem sacado, tem conceito, é pertinente, tem conteúdo, é um serviço, mas no fundo, no fundo é só um player. Gênio.