Mai
Hoje iniciamos mais uma seção nova no IceCream – Almanaque – direcionada a blogs e todo tipo de material relativo a assuntos que, geralmente, interessam a um número grande de pessoas. Podendo variar, abordando assuntos que interessam a um grupo muito restrito de pessoas.
Tá certo que o mundo tem muita gente, e ainda bem, de gostos diferentes. Mas não é difícil identificar gostos comuns a pessoas de nacionalidades distintas. Como por exemplo, a cerveja. Há quem beba quente e há quem beba gelada, e há os que se acusem do que é certo e errado na “simples” prática de tomar cerveja.
São muitos os costumes, manias e discussões em torno do tema. Na internet, assim como fora dela, os especialistas e os que se intitulam bebedores profissionais, se agrupam para falar dos benefícios, malefícios e “técnicas” para uma boa cerveja: “cerveja sem colarinho não é cerveja!”, “eu só bebo a puro malte”, “eu só bebo cerveja gringa”. E por aí vai.
Até Sófocles, em Filosofia para uma dieta moderada, recomendou: “Eu recomendo… pão, carne, vegetais e cerveja.”
O site português Cervejas do Mundo talvez seja um dos mais completos em relação ao tema. Lá é possível ler sobre a história da cerveja, ingredientes, tipos de cerveja, a relação da cerveja com a saúde, a cerveja na gastronomia. Eles também têm um fórum aberto para recomendações e trocas, e dão consultoria sobre dúvidas que as pessoas possam ter no consumo e no trato com o cerveja.
Destaque para a seção ENTREVISTAS, com alguns mestres-cervejeiros, apreciadores e conhecedores do mundo todo, e para a entrevista com Carlos Coutinho, colecionador do site Cervisiafilia e pesquisador da história da cerveja no Brasil.
(…) A fabricação da cerveja no Brasil se desenvolveu através dos europeus que emigraram para cá e por séculos faziam cerveja naturalmente. Era um produto da cozinha com receitas passadas de mães para filhas. Virou atividade econômica quando os emigrantes passaram a vender ou trocar por outros produtos o excesso de sua produção. (…)
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