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O prometido grande adversário do Google, o Cuil, foi lançado há alguns dias atrás sob luzes de holofote, (falamos sobre ele no Ice Cream ontem, para ler, clique aqui) mas mal teve tempo de aproveitar seus 15 minutos de fama. Logo após o lançamento, as críticas começaram: os resultados eram incompletos, estranhos e vagos.
Vince Sollito, diretor de comunicações do Cuil, afirmou que tem dois entraves na qualidade de procura atual. Primeiro: “Estamos tentando dar para as pessoas resultados diferentes”. Além disso, o Cuil é colocado como uma solução alternativa para as ferramentas tradicionais de busca, portanto, os usuários não deveriam esperar os mesmos resultados”.


Sim, é justo. Mas há uma grande diferença entre alternativo e errado. O que nos leva ao empecilho dois: “Nós só estamos vivos há 20 horas!”, Sollitto ainda citou o sucesso: “a procura pelo site também foi bem maior do que esperavam. Em outros lançamentos na Web 2.0, um pico de tráfego faria o serviço ficar muito lento ou cair, mas na aquitetura do Cuil, o pico afetou os resultados, não a velocidade”. (Mas lembrando que o Cuil chegou a cair por um instante).
Isso acontece porque o Cuil não está estruturado como uma rede paralela de busca, como é o caso, por exemplo, do Google”. Isso pode ser explicado da seguinte forma: Cada um dos dispositivos de busca do Cuil é especializado numa subcategoria específica de resultados.
É importante lembrar que o Cuil é extremamente novo, eles irão melhorar com o tempo. A combinação de tráfego intenso, inexperiência e pouquíssimo tempo de vida, trouxe uma imagem ruim para o site. Mas eles têm consciência de que há coisas pra consertar e melhorar.
Logo veremos como o Cuil irá se portar com os picos de tráfego mais controlados, e esperamos uma melhora. Até o momento, o design e a interface do Cuil aparentam grandes promessas, mas resultados importam, e infelizmente é uma experiência de busca simples e pobre.