por Ângelo Chaves às 07:06

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Shai Oster (left); Associated Press (right)

Os turistas, a impressa e os atletas que já chegaram à China estão vivenciando o romance 1984, um clássico literário de George Orwel. O livro (que deu origem ao Big Brothe) já foi adaptado para o cinema, e conta sobre um regime governamental totalitário, em que todas as liberdades do cidadão são limitadas pelo Estado, e todos são vigiados.

E o livro se faz realidade na China, onde os quartos de hotéis, restaurantes, escritórios e restaurantes estão sendo monitorados eletronicamente. O departamento de defesa americano é claro ao afirmar: “Todos os visitantes naquele país não tem direito a nenhuma privacidade, nem em locais públicos ou privados. E são alvo de constate vigilância e monitoramento”.

A última invasão de privacidade registrada se dá ao fato de que 70,000 mil táxis estão com sistemas de escuta e de GPS instalados, ou seja, além de monitorar o que é conversado o governo chinês sabe onde está, e qual trajeto o táxi está fazendo. É claro, que é impossível ouvir 70 mil conversas ao mesmo tempo, mas o taxista será o “agente” de inteligência, ou seja, se ele desconfiar de algum assunto comentado dentro do carro acionará diretamente a central de inteligência do governo.

Essas medidas seriam interessantes se fossem usadas em países como o Brasil?

Fonte: The wall Street Journal

Um comentário para “Espionagem Olímpica”

  1. Alex Luna disse:

    não sei, mas isso parecia um sensor de movimento, desses de alarme contra roubos. Pelo menos era igual a um que eu tive há uns anos.

    Vai que é um jornalista inglês paranóico que nunca viu um desses.

    Já imaginou o trabalho que dava tentar entender TODAS as conversas de TODOS os turistas em TODOS os idiomas?

    pelo amor da paranóia.

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