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por Juliana Batista às 03:27

Novidades não param de acontecer.

No dia 1 de Junho - teoricamente, será lançado o Mottle.

A idéia é que seja a primeira ferramenta de busca que propõe a seguinte mistura: Wikipedia+ Facebook.

Ou seja1: informações+fotos.

Ou seja2: algo parecido com o Orkut.

Aí que está a diferença: Os utilizadores poderão editar as informações (wiki perfis) de outros usuários que conheçam e também criar perfis de outras pessoas, entre outras funções.

A idéia é que o Mottle funcione como um mix de search engine e redes sociais e que o conteúdo esteja personalizado e revisado - é o que diz Nathan Hallford, co-fundador do site.

Imaginou? Gostou? Ficou com medo?

Vamos ver no que vai dar - com certeza bastante pano para a manga!

por Juliana Batista às 04:33

Twistori se autodefine como o primeiro passo de uma experiência social em curso. Você abre o site e vê palavras-chave específicas: love, hate, think, believe, feel, wish.

Escolha uma delas e veja o que acontece: vários tweets num non-stop. O que pode vir a acontecer após este first step do Twistori, ainda não sabemos. Mas que é legal e a gente se pega querendo ler tudo, tudo, tudo, isso é verdade!

por Juliana Batista às 10:04

Esse mundinho de SEM é uma maravilha, cada dia é uma coisa.

Cada vez é mais forte o  Long Tail das ferramentas de busca.

Acabei de me deparar com o Indeed, uma espécie de ferramenta de busca de empregos. Realmente, a ferramenta não é nova, a questão é que agora dá para fazer uma pesquisa por empregos filtrando por salário.

A grande maioria dos empregos listados não têm salário anunciado, mas de qualquer forma existe uma estimativa baseada em pesquisas. Quando salários reais são anunciados, eles são exibidos nos próprios resultados de pesquisa.

Uma outra coisa que dá para fazer é cadastrar seu e-mail para receber  alertas de notificação quando novos empregos correspondentes ao que você pesquisou aparecerem.

por Juliana Batista às 03:20

Aproveitando que a própria Melanie respondeu meu post sobre seu projeto aqui no IceCream Now, entrei em contato com ela. Não é que ela topou dar uma entrevista para o IceCream Now? Vejam abaixo:

Juliana - Porque você escolheu o Waldo para o seu projeto de graduação?
Melanie - Eu escolhi o Waldo porque é uma figura fácil de se reconhecer. Todo mundo fica um sentimento de emoção quando encontra o Waldo, de modo que isto tem sido uma parte essencial do sucesso do projeto. Também gosto do elemento de humor que circunda Waldo e a colocação deste ícone no contexto de uma cidade real.

Juliana -Que tipo de referência que você utiliza na concepção deste projeto?
Melanie - Pesquisei antigas obras na Terra, bem como as mais contemporâneas nos projetos do Google Earth. Encontrei um projeto legal, do Aram Bartholl.

Juliana - O que pensa sobre a interação entre a arte o nosso mundo online? Qual a importância desta relação para você?
Melanie - O que eu estava estudando na escola era arte, mídia, e integração de mídia. Tivemos que estudar e praticar formas para criar obras utilizando tecnologias novas e emergentes. E gosto de trabalhar este caminho e a emoção que isso faz sentir, sabendo que você está no início de uma história de um novo meio de trabalho de arte.

Juliana - Como você vê o fato de “Where on Earth is Waldo” poder ser utilizado como um tipo de mídia - algo entre SMO e SEM?
Melanie - Isso é interessante, eu estive blogando por que o uso de blogs para marketing é um exemplo de sucesso da criatividade pensando em usar novas tecnologias. Eu acho que essas tecnologias me ajudaram a espalhar a palavra sobre o meu projeto, mas também penso que, em última análise, a idéia básica do jogo é o motivo do sucesso.

Juliana - Como está a repercussão do projeto?
Melanie - Bem, minha família está dizendo ” Ei, eu vi você no jornal!”, o que é engraçado! Eu geralmente fico na minha e foi engraçado essa história de ser notada. Tenho aprendido muito sobre mídia e o papel dos blogs no “mainstream media”.

Juliana - Você imaginou a repercusão e o fato do seu blog tornar-se uma grande e poderosa ferramenta para divulgar sua idéia?
Melanie - Eu tinha esperança de que meu projeto iria receber atenção de alguns blogs e pensei que seria muito importante ter uma presença online para retorno. De qualquer forma, eu não esperava que a mídia fosse ter tanto interesse no meu projeto! Eu esperava um retorno de blogueiros, porque é um projeto baseado na cultura web, mas não esperava que fosse além disto.

Juliana - Seu projeto começa a ser exposto na Universidade próximo mês de Maio. Como é o método de avaliação?
Melanie - Eu tenho de apresentar o meu projeto em uma banca de professores na quinta-feira. Me deseje boa sorte! Estou já com a defesa da idéia, a reflexão do projeto e sua execução para apresentar. Se eu passar ou não este projeto, será decidido se serei ou não graduada! Portanto, este é um projeto muito importante. Mas penso também que se eu colocar uma matéria no jornal da minha cidade, com o meu projecto na capa, isso vai ajudar muito!

Juliana - Fale-me sobre o preço de criar um Waldo. Quanto custa?
Melanie - No total ele me custou cerca de US $ 1500 dólares canadenses. Se eu fosse fazer isso novamente, com certeza seria menor o custo, pois aprendi muito durante o processo.

Juliana - Você sabe quantas pessoas encontraram seu Waldo no Google Earth?
Melanie -Muito poucas pessoas! Elas chegaram a comentar no meu blog, e até me sinto mal, com medo de ser indelicada, porque tive que apagar os comentários, afinal não quero estragar a brincadeira para outras pessoas!

Juliana - O que o Google pensa sobre seu projeto?
Melanie - Contatei o Google nas fases iniciais do meu projeto e disseram-me que eles realmente gostaram da idéia, mas que não podiam me dar alguma informação privilegiada como, por exemplo, a data em de atualização das suas imagens por satélite de Vancouver. Penso em entrar em contato com eles novamente, agora que o meu projeto tem está sendo tão bem falado. Posso fazê-lo na próxima semana, mais tranquila, com todas as coisas que a imprensa publicou, e todos os meus trabalhos escolares.

Acredito que a Melanie terá o reconhecimento pela sua idéia, tanto por parte da universidade, como por todo o resto. Como eu disse à ela:

Melanie, you deserve sucess!

Melanie, le succès que vous méritez!

melanie_waldo.jpg

por Juliana Batista às 07:35

Ao invés de ficar procurando o Wally em livros e gravuras, agora o lance é procurá-lo no Google Earth!

Veja a idéia da artista plástica canadense Melanie Cole no blog dela - atenção para o post “Waldo is famous in Brazil too?!”.

Esse é o projeto de graduação dela e seu Waldo está no topo de um prédio em Vancouver.

Tudo isso para criar um jogo interativo assim que as fotos da cidade forem atualizadas no serviço Google Earth!

E parece que outros artistas no mundo também estão interessados em replicar seu Wally em algum canto do planeta. Segundo Melanie, alguns artistas em Phoenix e New Orleans têm manifestado interesse.

Saideira: Parece que vai ter até um PDF das instruções para quem quiser instalar um Wally na sua na sua cidade.

É mole?

Quero ser que nem ela quando crescer! :P

por Juliana Batista às 12:04

Já ouviu falar do PageLens?

É um serviço gratuito que foi lançado em Abril e ainda está em fase de aprimoramento, mas é muito interessante.

O PageLens ajuda a dar contexto ao que você está lendo, fornecendo respostas instantâneas usando um navegador baseado em solução. Com um único clique, você pode ler, ver, ouvir, escrever, ou conversar sobre qualquer assunto em qualquer página da web.

Vale a pena a pena fazer uns testes com o PageLens, sim! Já para quem quer fazer o download do plugin, só está disponível para o Explorer - Firefox/Safari ainda não… :S

As versões do PageLens estão disponíveis para espanhol, alemão, japonês, francês, Português, italiano, russo e, em breve, chinês.

por Juliana Batista às 08:07

A última do Yahoo! é o Yahoo! amp.

A novidade está prevista para o Q3 de 2008, mas nos EUA.

De qualquer forma, muitas destas funcionalidades estarão disponíveis no Rigth Media, que o Yahoo! estará implantando em breve - para quem focou em ver se saía ou não a compra da DoubleClick pelo Google e e não está entendendo, esta é a história: O Google comprou recentemente a empresa especializada em propaganda DoubleClick por $3.1 bilhões. E o Yahoo! comprou a Right Media, uma empresa também especializada em propaganda, por $680 milhões. A idéia da Right Media, assim como da DoubleClick, é de um lugar para vender e exibir propagandas em locais com custo baixo. Ou seja, novos formatos e mais novidades tanto para os anunciantes, quanto para os usuários!

por Juliana Batista às 08:10

Quarta-feira (02/04) foi lançado o Wini, um site de busca inspirado no serviço norte-americano Blingo.

Os internautas podem fazer buscas utilizando as ferramentas do Google e do Buscapé e têm a chance de ganhar prêmios a cada 5 minutos. A previsão é que sejam distribuídos entre 15 mil e 17 mil cupons de desconto. Outra previsão: 3 milhões de pageviews e 200 mil usuários cadastrados neste primeiro mês.

O sistema designa randomicamente os ganhadores dos prêmios (vales compras ou descontos em lojas parceiras do serviço). Até o momento o serviço conta com oito lojas participantes, incluído as LojasKD, Sepha Cosméticos, Furuta, Net Movies e Camiseteria.com.br.

Qual é a receita disto? Links patrocinados e ações especiais patrocinadas pelas lojas (oferta de um prêmio especial anunciado em banner ou campanhas voltadas a públicos específicos).

E tem mais: eles pretendem criar comunidades onde os susuários poderão trocar os vales que ganharam!

A pergunta que não quer calar: será que vai “pegar” isso aqui no Brasil?

Por que a gente sabe que americano adooora um cuponzinho de desconto…mas a gente aqui…talvez seja uma questão de hábito, cultura, whatever…

Outro detalhe, só para comparar, é que o Blingo oferece tanto busca paga quanto orgância, porém a maior parte dos resultados é de links patrocinados! O Wini será assim também?

Vamos ver…

por Juliana Batista às 05:24

Agora já é possível se programar com mais facilidade para ir ao cinema.

Ao digitar por “O olho do Mal” no Google, encontrei um resultado de busca orgânica. Aparece um formato especial para quem está procurando esse filme, no qual dá para saber onde vai passar, horários etc.

Isso é resultado de uma parceria com a Ingresso.com. Toda a informação (atualizada pela Ingresso.com) é provida para buscas relacionadas aos filmes, peças, teatros, etc que estejam dentro do banco de dados deste parceiro do Google. Para atualizações, o responsável é o parceiro ( no caso, Ingresso.com) e o Google não tem influência para alterar as informações.

olhodomal.jpg

por Juliana Batista às 11:16

Para quem não conhece, eis o Google dos Sebos!

Não vende os livros, mas indica onde você pode encontrá-los ( muitos sebos já têm um acervo para venda virtual, então fica mais prático ainda!).

por Juliana Batista às 11:40

Lendo o Search Engine Watch resolvi pegar como mote a matéria que diz ” Is Twitter the new Google alternative?”.

A idéia é de que quando os usuários não conseguem encontrar alguma coisa no Google, eles poderão dirigir-se a outro mecanismo de pesquisa como o Yahoo, o Windows Live ou Ask.

A questão é que ultimamente mais e mais pessoas estão indo para o Twitter.

Brian Clark, autor do popular Copyblogger.com, migrou para o Twitter recentemente.  Segundo ele, procurava uma fotografia e não conseguiu através dos mecanismos de busca do Google. Ele ainda diz que o que realmente precisa é de uma recomendação pessoal, ou de alguém que sabia, algo confiáveis ou de consenso por várias pessoas.

Ou seja, talvez o que esteja em jogo é uma questão meio “máquina x homem”. O que seria melhor: os resultados filtrados pelos mecanismos de busca ou as indicações via Twitter? - lembrando que muitas indicações via Twitter não ocorreriam se fulano ou sicrano um dia não fosse fazer uma pesquisinha no Google ou qualquer outra ferramenta de busca.

A verdade é que interação humana aliada às ferramentas de busca é algo muito importante. Ainda não se sabe ao certo como aliar isso e gerar algo ideal, a Web 3.0, que pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet, talvez seja uma solução, embora em sua idéia base esta possível inovação esteja focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário.

O Twitter tem certeza que não substituiu o Google. Em vez disso, Piersall considera que as duas ferramentas complementam-se mutuamente.

O que o Google, Yahoo, MSN, AOL e Ask achariam desta discussão?

por Juliana Batista às 11:27

Novidade para quem tem uma conta de Google Analytics e utiliza o Google Docs: já dá para acompanhar estatísticas de acesso de documentos compartilhados no Google Docs.

É só ir em settings/configurações e marcar a opção “rastrear a visita aos meus textos usando o Google Analytics” e preencher o campo com o seu código de Analytics.

Pronto! Você verá estatísticas de seus documentos publicados.

Obs.: para quem não sabe achar o código de Analytics, segue o passo a passo:

  1. Acesse sua conta do Google Analytics.
  2. Na página “Configurações do Analytics”, localize o perfil para o qual você gostaria de recuperar o código de monitoramento. Observe que o código de monitoramento é específico do perfil.
  3. Na coluna de Configurações do perfil, clique em “Editar”.
  4. Acima do lado direito superior da caixa Informações de perfil do site principal e clique em verificar status.
  5. O código de monitoramento deve estar na linha iniciada por “_uacct =”.

Detalhe: por ser uma ferramenta em fase beta, pode rolar algumas eventuais falhas…mas vale testar!

por Juliana Batista às 11:12

O Google lançou o seu portal na Internet para organizações sem fins lucrativos, o Google for Non-Profits.

A idéia - expressa na home page - é: You are changing the world. We want to help.

Ali estão disponíveis várias ferramentas para organizações sem fins lucrativos usarem em sua defesa, desenvolvimento social e trabalho - muitas destas ferramentas já são bem conhecidas, exceto pelo Google Grants.

É interessante dar uma olhada para ver algumas idéias legais e os tutoriais compilados pelos próprios funcionários do Google sobre como organizações sem fins lucrativos podem utilizar o poder da web, tecnologia e Google.

por Juliana Batista às 12:38

O Google EUA está testando um box secundário de busca para nomes top do e-commerce, como a Amazon, Borders, BestBuy, and OfficeMax.

Ao buscar no box secundário de busca da Amazon (como mostrado abaixo), o Google exibirá a lista normal de anúncios de links patrocinados e mostrar no conteúdo orgânico resultados da Amazon. Ainda há algumas falhas no processo, mas a idéia é bem interessante.

Observação: assim como muitas outras coisas muito interessantes em fase beta no Google, aqui no Brasil ainda não está disponível essa ferramenta.

Fonte: comparisonengine.com

por Juliana Batista às 07:46

A web 3.0 ainda não é uma realidade tão clara para os habitantes fora do eixo da terra do Tio Sam, mas é interessante ver como o mercado e a cultura brasileira caminham para isso, ao menos no que diz respeito a tentar entender seu conceito (amém!).

Dentro de um processo que começou com uma maior atenção ao que se denominava – e ainda se denomina - de mídia online e num meio onde a mídia offline ainda ditava as regras, a web 2.0 foi ganhando força e filhos pródigos como SEM, SEO e SMO.

Falar em web 3.0 é falar no mundo ideal em que não haja mais a banal distinção de mídia on ou off, onde tudo seja uma engrenagem única – e o caminho para esse mundo ideal é cada dia mais real. Digo banal porque quando se pensa em marketing e publicidade como um todo, soa meio estranho pensar em on e off como coisas separadas, ou até mesmo chegar a tentar dizer que “essa é mais importante que a outra”. São peças diferentes, mas todas as duas são importantes para o bom funcionamento da engrenagem.

Sem falar que no passo que vai a tecnologia, vai ser até difícil definir o que é on ou off, será tudo a mesma coisa, ou uma nova coisa. Basta ver que nos EUA já é possível, ainda que em alguns casos em fase beta, usar TV e computador num só aparelho, o que propicia ao usuário buscar e visualizar propagandas na tela com anúncios relacionados com o contexto que está assistindo – isso é algo que pode ser trabalhado com SEM? – ou personalizar “o seu canal” com o conteúdo que lhe agrada ou de acordo com o nicho do qual faz parte – isso é algo que pode ser trabalhado com redes sociais?).

Em termos de economia, isso propicia o que Chris Anderson, autor do The Long Tail, alardeou na capa da Wired deste mês (aliás, ele é diretor de redação e um dos editores da revista): mais do que na era da web “ponto alguma coisa”, estamos na era do grátis.

O grátis, diz ele, surgiu com a evolução da economia de mercado, da livre e saudável concorrência. O Google é o maior exemplo disto, tendo lucrado US$ 4,2 bilhões em 2007 oferecendo tudo sem ônus. Detalhe: pelo menos 98% desta receita foi financiada pelos links patrocinados.

Entre outros exemplos da era do grátis podemos citar a boa e velha Wikipedia, operadoras de celular que dão o celular de graça em troca de assinatura de pacote de serviços, softwares “freemium” e a idéia do ano em 2007 no meio musical, que foi o Radiohead disponibilizando grátis seu CD In Rainbows (ou, melhor, em leilão, no sistema “pague o quanto quiser, puder e tiver, whatever, leve as músicas para casa”), pois o montante que realmente vai encher o bolso deles é o de shows e afins.

Isso levanta uma discussão acalorada sobre “quem financia o grátis”. Como disse João Marcelo Bôscoli, presidente da gravadora brasileira Trama, sempre tem alguém que paga a conta, e a transferência desta para os anunciantes é mera reprodução do mecenato que existe há um trilhão de anos. Ou seja, nada se cria, tudo se copia, muta e dá cria.

Mais do que isso, todos esses fatos denotam uma revolução no sentido de informação, qualidade e interatividade.

O fato é que é muito bom estar num mundo onde as informações e os acontecimentos estão aí - basta você se mexer para não ficar para trás.