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por mawa às 07:31

Problemas de “multinacional”: quando a gringa responde antes - e melhor - que a brazuca, a gente encontra um caso como esse da Mafê. E o pior de tudo é que a lomo gringa continua mandando bem na sua filosofia de sou cool, desprendido e hype. Afinal, quem mais mandaria você destruir o próprio produto “já que ele parou de funcionar?”

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PS: posso ter 1 milhão de ressalvas com a Lomography, mas que eles são bons em construir imagem, ah, isso eles são.

por mawa às 07:18

Hoje foram divulgados os participantes do Big Brother Brasil 2010. Dentre eles, três pessoas que participam do Twitter, cada uma ao seu modo. Resolvi pegar dois deles para acompanhar o fluxo de aumento dos seguidores.

Em uma tarde, o número de seguidores da @twittess subiu de 117913 para 123585 e o do @turtchin, de 90 para 190. São dois perfis totalmente distintos, um que já era conhecido na Twittosfera e outro bem menos conhecido. Mas é interessante considerar que, a partir do barulho do BBB10, uma adquiriu mais de 6 mil seguidores e o outro mais do que dobrou o seu número de seguidores.

Proporções totalmente diferentes e com contextos diferentes, assim como o mix entre Twitter e Globo. é aguardar pra ver. Ou melhor, espiar pra retwittar.

por mawa às 11:04

Já parou pra pensar o quanto o ferramental de redes sociais contribuem para a cauda longa? Um exemplo disso são as “galleries” do Flickr, conhecidas em português como “expô“. Com elas, você consegue agrupar fotos de diferentes usuários numa galeria proposta por você. A facilidade disso, diferente de um grupo, é que você não precisa da autorização individual de cada foto para que ela entre em uma expô. Basta que o usuário permita a utilização de fotos deles em expôs e pronto: a mágica está feita.

E assim nascem galerias #vivacaudalonga como essa, de animais judeus:

por mawa às 04:17

Poderíamos encaixá-las na categoria “mosca-correio”?

Via Nó Design.

por mawa às 12:00

Era uma vez uma mulher apaixonada por um blog de culinária. Ela sempre mostrava as receitas do blog para o namorado, empolgadíssima com o conteúdo. Eis que o namorado resolve pedí-la em casamento… pelo blog!

Ele escreveu para o blog pedindo que eles postassem uma receita de “bolos de casamento” e, no meio do post, é revelado o pedido.

O blog, que não é bobo nem nada, ainda publicou a resposta da moça. Bonitinho, né?

Dica da Gabi Butcher.

por mawa às 11:27

Original.

por mawa às 10:12

Boa apresentação do Daniel sobre o Fake Innovator’s Dilemma. 

E se você gostou, vote nele para o concurso do SlideShare.

por mawa às 08:05
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Falando em merchan, dêem uma olhada no número de views dos Improváveis. Isso sim é merchan buzz bem feito.

por mawa às 12:21

O Brainstorm9 trouxe um caso do MoMA que fornece uma sugestão de roteiro cultural de acordo com o seu perfil no Facebook. Esses cruzamentos de CRM com database-consumer-generated me encantam, uma vez que as empresas conseguem mais e mais direcionar a sua comunicação e criar ferramentas específicas para que todos sintam-se privilegiados. Eu mesma adoraria montar meu próprio guia e, de algum jeito, acreditar que aquele é o melhor trajeto que eu poderia percorrer no MoMA.

Ao mesmo tempo que isso me fascina, confesso que existe um medo em relação à questão da vigilância possibilitada por esse tipo de exposição. Quem está numa rede social sabe que está exposto. Mas, em muitos casos, não sabe ao que está exposto. E mesmo se souber, não tem o menor controle. André Lemos colocou em seu post uma citação de outro texto: “As pessoas estão dispostas a abrir mão de muita privacidade em troca de um pequeno benefício. Elas não conhecem o custo completo”. Afinal, se o MoMA pode definir o melhor trajeto para você, talvez alguém que você não goste também possa.

A foto acima é de uma exposição que está em cartaz no próprio MoMA e fica como uma pergunta: se você fosse fotografado a partir do que você coloca em redes sociais, como ficaria a sua foto?

por mawa às 09:15

Ótimo exemplo de edição de vídeo que faz com que uma ação de rua consiga ser viralizada na internet. Não basta mostrar a ação em si, tem que transmitir a reação das pessoas que estão sendo impactadas.

Ação vista no Promo Planners.

por mawa às 09:21

Muita gente me pergunta sobre stopmotion por causa de alguns filmes que eu experimentei por aí. Para ser muito sincera, o stopmotion, para mim, é uma maneira que eu encontrei de deixar um vídeo mais interessante, baseado naquilo que eu sei fazer: fotografia. Tudo começou em uma edição do AnimaMundi na qual eu fiquei impressionada com esse vídeo.

O que me encanta, nesse caso, é a chance de fazer com que os objetos e pessoas não respeitem a lei da gravidade. Elas podem voar, crescer, sumir e aparecer, sem nenhum custo a la Spielberg. É só aproveitar a técnica para criar essa espécie de ilusão. Mclaren, no vídeo acima, faz isso com maestria. Exemplos atuais não faltam na Internet: Western Spaghetti, Her morning elegance, Sorry I´m late, Deadline, entre outros.

Para quem tem vontade de fazer, minha dica é prestar atenção no making of destes vídeos. Partindo do princípio de que um filme é uma seqüência de fotos, você deve dividir os movimentos do filme em diversos quadros, como se fosse numa história em quadrinhos. Simples assim. Eu mesma comecei com isso após ver, naquele mesmo Anima Mundi, um stand infantil que produzia na hora um stopmotion com as crianças presentes. O stopmotion permitia que as crianças travassem batalhas homéricas com pequenos dinossauros de plástico e a ajudinha de uma parede com durex.

por mawa às 07:12

A internet é feita de pessoas para pessoas. Pessoas que têm blogs, pessoas que só sabem usar e-mail, pessoas que conseguem construir ambientes 3D, mas sempre pessoas. Tem aquelas pessoas que trabalham no mercado de comunicação e, provavelmente, já ouviram falar em termos como marketing de guerrilha, seeding, buzz, viral. E que, sendo pessoas que entendem de comunicação, conhecem a importância de um discurso transparente. Sabem, ainda, que pessoas e marcas estão cada vez mais próximas. Aliás, o desejo de qualquer marca é estar próxima do seu público. É entrar em sua vida. É ser amigo dele. Só que, no processo de amizade, as pessoas que constroem marcas esquecem aquilo que aprenderam na escolinha: o seu amigo não vai te emprestar o lápis se você mentir pra ele. Ao contrário, ele vai atirar o lápis em você, com toda a razão. Qual é a troca que você oferece pra ele? Como o relacionamento pode durar?

É cada vez mais nítido – e de certo modo atraente - a existência de pessoas falsas gerando discursos falsos sobre alguma marca. Para falar bem, para trazer um assunto em pauta, para melhorar a palavra-chave em mecanismos de busca. Todos querem estar nas mídias sociais, mas com um certo medo de ser social. E é desse medo de ser social que surgem as pessoas fakes – ou seriam robôs? – falseando um discurso de marca. Obviamente, quando isso é descoberto por alguém, a marca começa a receber os lápis do amiguinho de volta, de uma maneira nem sempre agradável.

Como profissional da área de mídias sociais, eu luto todos os dias para convencer as empresas de que elas falam com pessoas que gostam de ser tratadas como pessoas. Como pessoa, eu simplesmente respeito a mesma ética que aprendi lá na escolinha e uso para qualquer relacionamento meu: a da transparência.