Posts Tagged ‘midia’

por Ângelo Chaves às 04:08

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Em evento na sua sede ontem à noite, o Google Brasil apresentou aos profissionais de comunicação formas de se utilizar o YouTube como plataforma de apoio e de lançamento de campanhas online. O YouTube, fenômeno no Brasil, mostra alguns números:

::490 milhões de page views

• 8 milhões visitantes únicos/mês
• 35% da cobertura dos usuários de Internet do Brasil
• Mais de 60% dos usuários têm entre 15 & 34 anos
• Os brasileiros passam cerca de 17.4 minutos por dia no site

::Uso de vídeo online

• 55% assistem vídeos online pelo menos uma vez por dia
• Média de 72 minutos por dia, 36 horas por mês
• 95% visitam o YouTube regularmente
• 65% do tempo dedicado a vídeos online é gasto no YouTube

::Recall de anúncios em sites de vídeo

• 76% lembram-se de anúncios vistos no YouTube
• Trailers são o formato de anúncio considerado mais efetivo para lembrança de marca e motivação de compra por 90% dos entrevistados
• Banners animados e anúncios em vídeo vêm em segundo lugar, sendo julgados efetivos por 87% dos entrevistados, seguidos de anúncios de texto com 60% e banners estáticos com 57%.
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por Ângelo Chaves às 10:16

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Sabe aquele vídeo fantástico e exclusivo que você acabou de filmar e está louco para espalhar na Internet, você faz o upload do para o YouTube e acha que só lá ele vai bombar?

E onde ficam os outros sites de compartilhamento de vídeo, vai subir um a um? Esqueça o trabalho braçal!

Com o Spread você faz um upload só e ele envia simultaneamente para até 20 sites de broadcasting.

Ou seja, o vídeo vai se espalhar com mais facilidade, esse serviço por si só já seria perfeito, mas não para por aí não, por meio do painel de controle, você vai poder acompanhar a todo momento como estão as estatísticas de cada vídeo postado em cada site upado com relatórios e tudo mais.

Infelizmente o serviço é pago mais é uma mão na roda para quem se diverte/trabalha constantemente com envio de vídeos para web e com mídia online.

por Bruna às 08:21

Entrou no ar hoje a primeira campanha brasileira veiculada no Linked In. Criada e desenvolvida pela Sinc para o novo celular da LG, o Secret, a campanha (text link e banner) pode ser vista por usuários brasileiros.

O Linked In é mais que um site de relacionamento, é uma rede de negócios. Voltado para contatos profissionais, lá as pessoas cadastram seus currículos, detalham suas habilidades, formação e experiência.

Muitas empresas já usam o Linked In para a localização e contratação de novos funcionários. Na América Latina já são 1 milhão de usuários cadastrados, e o Brasil é o pais mais ativo.

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por ludmila maia às 06:22

Ainda pouco conhecido no Brasil, o Facebook vem crescendo em grandes proporções, e tem chegado a ameaçar seriamente o posto de maior rede social do mundo, ocupado atualmente pelo MySpace. De acordo com o comScore, as duas redes tiveram 115 milhões de visitantes únicos em Abril.

Criado no início de 2004, o Facebook começou como uma rede interna de comunicação entre alunos de Harvard, a idéia agradou, e Mark Zuckerberg, seu idealizador, com a ajuda de colaboradores, possibilitou a partir de 2005 a utilização do Facebook em milhares de instituições no mundo que tivessem relação com a educação.

O site foi expandindo tanto seu acesso, que após algum tempo já era permitido qualquer pessoa se cadastrar, desde que fosse maior de 13 anos. Hoje continua seguindo essa única regra, e alcançando inúmeros grupos sociais, seja por idade, interesses, país etc.

Oferece diversos recursos, a maioria você já deve ter visto em algum lugar, aliás, o mais confuso desses sites de relacionamento, é que é difícil saber quem inventou o quê. Talvez apenas os chamados “gifts” (que são desenhos-presentinhos que os usuários dão uns aos outros) e os “Pokes” (que são como “investidas” para atrair a atenção de outro usuário) ainda tenham algo de original. Além disso, o Facebook tem mais fotos publicadas semanalmente do que sites especializados, como o Flickr, por exemplo.

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por Alon às 06:49

 Pro seu PPT de evangelização.

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por Alon às 10:31

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por Alon às 07:47

O CQC do Tas promete. Tá esquentando. O único problema para alavancar mais rapidamente a audiência é a falta de limite em alguns momentos. Este exemplo do Gentili é engraçado mas, pra que tirar de idiota o padre Marcelo?

(Editado 1 horas depois)

E se o CQC brasileño seguir o original argentiño o padre Marcelo será só o couvert.

por Alon às 04:00

Por Fernand Alphen(ainda sem senha)

Eu queria propor um debate e que venham os polemistas de plantão.

Imaginemos que a gente possa planejar mídia por conteúdo. Ao invés de centrar nossos planos por veículo, a gente comece pensando nos seus conteúdos.

Vamos pegar um exemplo clássico. O seriado Lost é assistido por muita gente: alguns na TV Globo, outros no Terra, outros baixam da Internet, e mais um punhado olham picado no Youtube. Tem ainda quem além (ou ao invés) de assistir só fica bisbilhotando (ou lambendo) os blogs que comentam o seriado ou aqueles que só lêem as resenhas dos seriados. E tem os doidos que fazem tudo isso e ainda criam outras histórias paralelas, livros paralelos, quadrinhos paralelos, vídeos paralelos.

Muito bem. Se a gente pensar primeiro no conteúdo porque ele é pertinente com o conteúdo publicitário que eu quero para a minha marca, em que mídias anunciar? Que espaço comprar? Talvez nem todos sejam compráveis, mas é possível imaginar um jeito de se associar à maioria desses pontos de contato. E também é possível imaginar que todas as audiências podem ser mensuradas.

Quanto ao meu conteúdo “publicitário” se ele for apenas “afim” (que tem afinidade) talvez mais simples e efetivo fosse fazer um “product placement”. Resolve a questão da audiência máxima e pertinente.

Só não resolve a sagrada separação entre o que é puramente editorial e o que é comercial.

E aqui está o X da questão (e não aqueles X jurássicos).

Como é que eu faço para conseguir estar “junto” com todas as “mídias” que veiculam o conteúdo que interessa sem ser promíscuo? Porque é certo que, ainda que seja possível, é muito provavelmente inviável porque caro demais. Já imaginaram a quantidade de gaiato leiloando seu conteúdo “Lost related”?

Talvez, nesse X esteja o caminho da verdadeira renovação criativa.

Talvez a gente devesse criar “de acordo” com essa afinidade de conteúdo outro conteúdo, complementar.

Talvez a gente devesse ser capaz de criar conteúdos tão pertinentes e impactantes quanto Lost, associados com uma marca.

Talvez a gente devesse criar conteúdos publicitários para cada um dos pontos de contato possíveis.

E talvez tudo ao mesmo tempo.

Sacaram o desafio e como nosso ofício pode ser excitante?

por Alon às 12:34

Então, alguém sabe o que é isso e para o quê serve?

O RDS já funciona em algumas rádios no Brasil que transmitem através do sinal digital via Freqüência Modulada (FM) também dados. Quando você ler no LED do seu carro ou painel de informações, o nome da rádio ou até a música que esta rolando, isso é o RDS.
No festival de Cannes em 2006, nós alugamos um carro com GPS integrado. Além das funções normais, o grande barato do GPS era a atualização via RDS do trânsito dentro do roteiro traçado, fazendo as devidas alterações durante o percurso. Ganhamos muitas horas passeio com isso. Sensacional, não?

Dentro da comunicação, nosso amigo Cavallini (que morremos de saudade aqui na Sinc), implementou o RDS para Claro como canal . Veja mais no post no Brainstorm9.