Posts Tagged ‘Tecnologia’

por Baroni às 01:49

Calma não sou nenhum tarado obsessivo mas aprendi com o Cava do Coxacreme a importância que esta indústria tem para nós.

Acabei de ler um artigo da Wired: 7 Reasons Your Boss Should Send You to Sex Conference, onde diz que é melhor ir a uma conferência de sexo do que de web. Realmente faz muito sentido. Vale a leitura. As 7 razões são:

1. Você irá aprender o que as pessoas fazem com tecnologia em sua intimidade.

2. Tecnologia adaptada ao sexo tem uso além da cama.

3. Plataformas de Social-media são feitas para o sexo.

4. Pessoas jovens - seus futuros consumidores - usando tecnologia para o sexo.

5. Blogs sobre sexo revelam mais do que os normais. Muito mais.

6. Conferências de sexo são conferências de tecnologia.

7. Conferências de sexo são manifestos fantasiosos do mundo em 3D.

 

Este vídeo, apesar de antigo, é ótimo para sabermos de alguns números.

YouTube Preview Image

 

Números que são dignos de Viagra.

por Alon às 04:17

Digsby é um aplicativo MashUp.

IM + Rede Social +E-mail e firulinhas. Eu não instalei ainda pq ainda não saiu pra MAC.

Alguém já usou?

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por Bruna às 12:29

Andei testando com uns amigos o Google Fight, que é um site bobinho, mas divertido, que permite que lutas sejam travadas entre duas coisas opostas, e normalmente polêmicas. O vencedor é sempre quem tem mais registros no Google (dizem). Claro que testamos Beatles X Rolling Stones, Fender x Gibson, Obama X Hillary, mas a surpresa maior foi quando botamos no páreo Google x Yahoo!:

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 Mas, ainda acho que o brinquedinho é pra difundir o Mozbot.

 

por Bruna às 08:54

Enquanto o SocialStream - agregador de redes sociais que está sendo desenvolvido na Carnegie Mellon e bancado pelo Google – não sai do ovo, outros agregadores já facilitam a vida do usuário que tem cadastro em inúmeras redes sociais.

Não tem mais essa de se loggar em 8 redes sociais diferentes. Agora você cadastra suas redes e centraliza tudo que diz respeito a você (e aos seus amigos, pois funciona como feed também) em livestreaming. O FriendFeed e o 8Hands cuidam dissso, mas, juntos, não possibilitam o agregamento de mais do que 40 redes sociais.

Pra mais que isso, só o Profilactic, que suporta 156 redes sociais diferentes. Veja a lista. E ainda oferece um serviço de clipping que permite organizar numa espécie de scrapbook tudo o que foi dito sobre você em outros lugares. Ex. se postarem uma foto sua num flick por aí, você vai ser avisado.

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Paranóia ou utilidade?

por Wellington às 04:02

(I Coríntios 9,16)

Forte esse título, não? Mas aposto que a primeira coisa que você pensou foi: “Esse sorveteiro esta maluco e postou o texto errado aqui”. Calma, calma… Vou explicar o que acontece.

Além de programador na Sinc sou também o responsável pelo site Bíblia Católica Online. Atualmente um dos maiores sites sobre a Bíblia na Internet brasileira. Recebe quase 150.000 visitas por mês (e esse número cresce a cada mês) e esta nas primeiras posições quando se pesquisa por termos como “Bíblia Católica”, “Bíblia”, etc. Mas é claro que nem tudo são flores e nem sempre foi assim.

A história do site começa em 2003 quando comecei a procurar na Internet por uma Bíblia Católica em português. Você deve estar se perguntando: Mas porque ele queria encontrar uma Bíblia Católica? Toda Bíblia não é igual? Pois é amigo, não é não. Existem muitas diferenças entre a Bíblia Católica e as versões protestantes da mesma. Dai o meu interesse em ter uma Bíblia genuinamente Católica para pesquisa.

Mas agora quem pergunta sou eu: Você acha que existia uma Bíblia assim em 2003? Claro que não. Isso se deve ao fato de que o Católico tem uma visão mais ampla no que se refere a Palavra de Deus e que não se limita apenas à Bíblia, já para os evangélicos só importa o que está “escrito na Bíblia”, daí o número superior de bíblia evangélicas na Internet.

Pois bem, eu então arregacei as mangas e resolvi criar meu site. Comecei fazendo, acredite, copiando manualmente o texto Bíblico a partir de um CD-ROM da Bíblia Ave Maria. Foram milhares de CTRL+C, CTRL+V, CTRL+C, CTRL+V… Capítulo por capítulo, Livro por Livro dos 73 existentes. E você sabe quantos capítulos tem uma Bíblia? Uns 1350. O interessante é que a própria Editora Ave Maria não tinha essa Bíblia em seu site e em 2006 me pediram ajuda para coloca-la no ar no site da Editora.

Meu site tem atualmente 15 Bíblia diferentes, em vários idiomas, só ai já são 20.250 capítulos, mais de 500.000 linhas de texto. Deu pra ter idéia do que foi organizar todo esse texto, criar o banco de dados e coloca-lo no ar? Foi dureza!

Inicialmente o site começou como qualquer outro, como poucas visitas. O seu crescimento dependia basicamente da propaganda boca-a-boca. Até porque naquele momento eu ainda não usava técnicas avançadas de SEO - aliás, isso foi o assunto do meu post anterior.

Muita coisa mudou até hoje. E a última grata notícia foi o contato do Cardeal Dom Claudio Hummes me pedindo permissão para utilizar material da Bíblia Católica no site www.clerus.org e www.bibliaclerus.org. Trata-se de um projeto de formação de padres criado pela Igreja.

Dá pra acreditar que um simples CD-ROM fosse se tornar algo tão grande? Eu mesmo nunca me atrevi a imaginar.

Ah, quase ia me esquecendo. Visitem o site. Só não se incomodem com o design. Não se esqueçam que eu sou programador ;)
http://www.bibliacatolica.com.br/

por Alon às 05:49

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Isso não pertence à era digital, mas além do alerta à oportunidade que o Fabio postou abaixo, existe também um outro fator importante que além do alcance das TV abertas: o controle remoto.

Se não me engano, os planos de mídia de TV são baseados nos dados do Ibope que mede a audiência baseada na programação e não no break comercial. Sei que existe uma ferramenta , “flash”, se não me engano (não do Adobe) ou algo parecido que mede a diferença ou a audiência do break. Com o controle remoto certamente a audiência do break deve ser MUITO menor do que o programa. Aliás, gostaria da opinião de gente da mídia sobre isso. Tenho a sensação de que com a nova TV digital e interativa, com o Ginga (software brasileiro), teremos mais pegada comercial para minimizar o zap.

por Bruna às 12:15

2007 foi o ano da microblogagem no Brasil. Pra quem não sabe, microblogging, é o sistema de “blogar pequeno”. Ou seja, ao invés de posts com muitos caracteres, só se pode enviar no máximo 140. Pode ser criada uma lista de amigos que podem ser seguidos (followers), e assim você acompanha o que todo mundo diz numa pagininha só, a sua. Mas o mais legal desse sistema é que não é necessário ligar o computador pra postar – via browser ou MSN e GTalk - você pode enviar tudo via celular.

É uma troca expressa e objetiva de informações, e não há limite de postagens diárias. O mais popular deles é Twitter:

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Sincadus é o nosso Twitter

 

 

Nessa onda, surgiram outras ferramentas que agregam o sistema de microblogging ao seus recursos:

O Pownce é um twitter melhorado e personalizado. Nele você pode não só enviar como responder mensagens de texto, mas também links, arquivos e eventos. É muito fácil, mas não utiliza recursos mobile, portanto, ponto negativo, sai de cena o celular. Nele você pode migrar dados de uma rede social pra outra. Isso pode gerar, futuramente, uma “conversa” das redes sociais entre si, fato que tem sido bastante discutido. Até hoje não fez sucesso entre os geeks e curiosos, talvez porque seja estático, e não dê pra mandar nada via celular, no meio do trânsito.

 

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O Tumblr também é outro modelo de microformatos que mistura o Twitter com o Word Press (ferramenta de edição e publicação de blogs) Personalizado, é um recurso mobile bem interessante, pois permite o envio de vídeos, fotos, aúdios e textos direto do celular, mas há a opção de mandar via browser, do seu computador. Ele também pode funcionar como social network, e você pode montar grupos e seguir pessoas, assim como no Twitter. E mais, pode construir seu próprio feed, tipo um livestream, e ler o conteúdo das pessoas que você segue. Um ponto negativo do Tumblr, na minha opinião, é que não espaço para comentários. Mas mesmo assim, é ótimo para postagem de fotos.

 

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Atentos à mistura Twitter com Word Press, o WP resolveu criar seu próprio microformato, o Prologue, ainda em teste. A grande diferença dos outros é que ele separa os assuntos por tags, e você pode transformar seu blog num microblog. Logo, podemos ler vários blogs do wordpress ao mesmo tmepo, separados por assunto e de acordo com o tempo de postagem.

 

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por Alon às 11:06

O nome é engraçado porque certamente não foi proposital. Fibra Ótica em casa numa velocidade que todo mundo sonhou. Essa é a promessa da Verizon com o Fiber. Já disponível nos Estados Unidos ele já começa a quebrar a barreira do Last Mile como problema de download. Logo mais será a vez do Wi-Max e depois o 4G. Dizem que já tem gente aqui em São Paulo testando um Speedy 50MB. Dizem também que os beta testers são moradores do Jardins e dizem que custará algo como R$ 500,00 por mês.Quem souber de informações de gente que usa o FiOS nos EUA favor comentar sobre o serviço. E de Speedy idem ;-) imagem3.png

por Touche às 07:29

Vale o click.

Idéia complexa mas ficou legal.

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adverblog

por Alon às 12:06

Muita gente já estava pensando nisso mas finalmente aconteceu. Chegou o JUSTIN.TV , o You Tube ao Vivo. Sim, mas para qualquer mortal .Basta ter um computador, webcam e um flash player. Agora é possível transmitir ao vivo aquele jogo de futebol do seu sobrinho, o nascimento de seu filho e até porque não uma video-conferência empresarial.No último PROXXIMA alguns blogueiros estavam cobrindo o evento através do Justin + Twitter.

por Wans às 08:13

Viver A internet ao invés de viver NA internet. Esta pode ser uma definição simples para uma nova relação que se estabelece. Kevin Kelly, fundador da revista Wired, diz que ‘a internet é o primeiro experimento de inteligência artificial bem-sucedido da história e que o destino da nossa espécie é nos tornarmos parte desse novo organismo. Não importa se queremos ou não mudar. Logo seremos parte de um Matrix e as pessoas vão preferir usar o Google a usar suas memórias.’

Para comecar a entender este ‘novo mundo’, ai vai a dica de um livro interessante: ‘Conectado - O que a internet fez com você e o que você pode fazer com ela’. O autor Juliano Spyer é referência quando se fala de projetos em mídias sociais e preocupou-se em não escrever um livro acadêmico. Como se espera de um livro sobre a internet, tem uma ‘continuação’ online, no blog www.naozero.com.br, onde vários conceitos são aprofundados utilizando a linguagem e os recursos da web.

Vale a pena dar uma olhada. Afinal, conectadas as pessoas são protagonistas da web e usam a internet como principal plataforma de comunicação, expressão e atuação. E não estou falando só dos internautas mais avançadinhos não. Se você é daqueles que usa a Internet apenas para checar emails, falar no messenger e ver seus amiguinhos no Orkut, tá na hora de rever seus conceitos.

por Bruna às 08:01

Desde que Narciso apaixonou-se por si mesmo ao ver, pela primeira vez, seu reflexo no lago, a brincadeira não parou mais. Muito tempo depois, no Renascimento, foi inventado o espelho, que permitia que as pessoas não só se vissem, mas que se flagrassem vendo umas às outras.

O espelho fatalmente deu origem aos “modos”, olhar-se virou um hábito, um exercício de consciência, o que vejo é o que sou? A sensação que temos é que no espelho controlamos nossa própria imagem, e nele sempre queremos parecer mais bonitos.

Os modos deram origem à moda, e a moda às vitrines e às passarelas. Sacramentou-se então a invenção moderna do ego, e enxergado o ego, somos outros. E todos enxergando seus próprios egos e os egos dos outros, temos a cultura do olho.

O olho explica todas as grandes invenções da história: a fotografia, o cinema, e, por último, a televisão. Ver-se não é mais novidade, espionar-se tampouco. Agora tudo está às claras, mas será que todo mundo se vê como deve ser visto? E o que será que deve ser visto?

Pra pirar tudo de vez, surgiu a internet. A princípio, uma ferramenta de pesquisa, e depois, a principal transformadora das relações sociais no mundo. As pessoas agora não se conhecem apenas no colégio, no trabalho, no clube e na igreja, elas se encontram na internet.

E a dona internet, que não é boba, organizou-as em “sites de convívio”, redes que exibem e catalogam as pessoas por gostos e afinidades. No Brasil, é tão comum ter uma ficha na polícia quanto uma ficha no Orkut, o mercadão municipal onde é possível ver, comprar e vender de tudo.

Taggeados, etiquetados e associados a infinitos grupos e comunidades virtuais, agora todo mundo sabe o que a gente vê, come, lê, e nossas fotos pessoais podem ser vistas e comentadas. A internet passa a ser um espelho, mas com a opção “censura”, e para o qual mostramos só o que queremos.

Mas mostramos, de alguma forma: há quem mostre tudo via webcam, mas há quem mostre literatura, política e jornalismo bom sendo feito em blogs. Há programas de rádio sendo reformulados em podcasts e o cinema se reconstruindo no YouTube.

Na web 2.0 produz-se conteúdo em toda parte, o tempo todo e para todos os gostos. Produz-se sozinho ou em grupo, e outros grupos podem editar o que produzimos. Há muita gente falando, escrevendo, passando informação pra frente e pra trás.

Com a chegada da banda larga aqui, em 2000, recursos como os de streaming se tornaram possíveis, mas ainda caminhavam com as lesmas e ficaram no meio do caminho. De lá pra cá melhorou, mas está longe de termos a velocidade ideal de internet, aquela que age pela gente: pensei e o site carregou.

Hoje, com razoável velocidade de conexão, a transmissão de vídeos não só se tornou viável, mas pode ser feita ao vivo. O sujeito liga a webcam e transmite de qualquer lugar seu próprio show. Sites como UStream, Live video, Yahoo Live!, Mogulus e Justin.TV possibilitam isso. Mas se você preferir, use o Qik e transmita direto do celular.

Essas possibilidades podem reformular o papel do telejornalismo e acelerar a produção caseira e artística de vídeos (pra pornografia é um prato cheio), e isso só tende a melhorar. Pro cinema, pras telecomunicações e pra TV, que já está, obrigatoriamente, tendo que se reinventar. E, um dia, será que… desaparecer?

A brincadeira do espelho deu certo e agora a questão não é mais como “mostrar”, mas sim como “preservar”. Não podemos esquecer que Narciso inebriado pela própria imagem definhou e morreu. A outra versão da história é: virou uma flor. E se assim for, melhor.

 

 

Estátua de bronze em homenagem a Alice através do Espelho, continuação de Alice no País das Maravilhas, ambos livros de Lewis Carroll, nos arredores do Guildford Castle (UK)

 

por Carol Freire às 08:17

Posso dizer que o primeiro contato entre a Elisa e eu foi totalmente digital. Devido a uma complicação na gravidez, ela nasceu de 6 meses com apenas 900 gramas e 36cm e levaram-na diretamente à incubadora sem direito ao momento cinematográfico em que o médico coloca o bebê todo lambuzado no colo da mãe. Melodramas a parte, eu fiquei lá quietinha esperando notícias. Minutos depois, o médico me mostrou uma foto na tela do seu celular. “Olha só, Carol, essa é a sua filhota”.

por Touche às 07:47

8 dígitos + 2 caracteres especiais + teclado virtual + token eletrônico…. caralha…. será que as senhas se tornarão parágrafos antes do chip intracraniano com detector de DNA de popularizar?

Várias vezes ao dia me pego perdendo um bom tempo tentando lembrar minhas senhas. Logicamente tento deixá-las sempre parecidas (que o sorveteiro Michel não me ouça), mas decorar 27 senhas é impossível.

Listei algumas senhas que me perturbam no meu dia-a-dia. Com certeza esqueci várias.

Banco PF - teclado eletrônico

Banco PF - cartão

Banco PF - visa eletron

Banco PJ - teclado eletrônico

Banco PJ - cartão

Cartão de segurança do banco (serve para PF e PJ, ufa)

Ticket refeição eletrônico

E-mail pessoal

E-mail comercial

Rede do trabalho

Intranet do trabalho

Perfil do computador de casa

FTP

Flickr

Orkut

Linkdin

Facebook

Blog

Twitter

Youtube

Del.icio.us

Messenger

Comunicador do trabalho

PIN celular

Trava do celular

Mercado Livre

ZYB - site para backup de celular

Para deixar um comment digite a senha.

por Michel Carasso às 07:46

No intuito de tornar ainda melhor o gerenciamento de anúncios, o Google lançou hoje (5ª feira – 13/03/2008) o Ad Manager, que é complementar ao Ad Sense. O serviço é gratuito e busca ajudar responsáveis por sites a vender campanhas de propaganda de forma mais rápida e preencher espaços não vendidos em suas páginas.

O Ad Manager se propõe a facilitar alguns problemas na administração de publicidade online como, por exemplo, achar inventário online disponível e pegar anúncios com os cliques que melhor pagam.

Sua flexibilidade permite que publishers vendam suas próprias propagandas, além disso, a nova plataforma pode direcionar anúncios a usuários específicos, baseado no domínio, o navegador, a linguagem, o sistema operacional e quanta banda o usuário consome.