Posts Tagged ‘Web 2.0’

por Ângelo Chaves às 01:23

Em uma reportagem especial desta semana na Revista Business Week, o Twitter novamente se torna o centro das atenções. A ferramenta já conhecida pela maioria de nós, começa a ser vista como um grande serviço de Branding para as marcas e até como uma fonte para investigar o que os clientes estão falando sobre a empresa.
Grandes companias como a JETBLUE, Dell, Kodak e GM já monitoram os seus nomes na rede de relacionamento.
Através desse monitoramento aprofundado, a GM, por exemplo, descobriu que existia um comprador em dúvida sobre comprar ou não um carro da marca. Eles imediatamente entraram em contato com esse possível comprador ajudando-o com todas as suas dúvidas, e informando uma concessionária que poderia melhor lhe atender. No final o carro foi vendido.
Mas esse tipo de atitude corporativa às vezes não é visto com bons olhos por todos, em outro exemplo, um consumidor twittou que seu vôo pela empresa aérea estava com problemas de atraso e que sua bagagem havia se extraviado. No dia seguinte, a empresa lhe informou via twitter que já estava sabendo dos problemas, lhe pediu desculpas e clamou por uma segunda chance para provar que a compania era confiável, o que soou de forma negativa e invasiva ao passageiro. “foi uma resposta fria e assustadora ao mesmo tempo”

As empresas com o tempo vão aprender a comunicar com esse público com a abordagem correta, nos resta esperar, Tony Hsieh, CEO da ZAPPOS, grande loja de roupas e acessórios masculinos, que conta com mais de 10 mil seguidores no twitter coorporativo afirma:
”A melhor forma de comunicar é usar de total transparência.”
Ele inclusive pede que seus funcionários usem o twitter para se conhecerem, ajudando a tornar a identidade da empresa coesa e melhorando a cultura empresarial.

Fonte : BusinessWeek

por Ângelo Chaves às 04:08

goooogle.jpg

Em evento na sua sede ontem à noite, o Google Brasil apresentou aos profissionais de comunicação formas de se utilizar o YouTube como plataforma de apoio e de lançamento de campanhas online. O YouTube, fenômeno no Brasil, mostra alguns números:

::490 milhões de page views

• 8 milhões visitantes únicos/mês
• 35% da cobertura dos usuários de Internet do Brasil
• Mais de 60% dos usuários têm entre 15 & 34 anos
• Os brasileiros passam cerca de 17.4 minutos por dia no site

::Uso de vídeo online

• 55% assistem vídeos online pelo menos uma vez por dia
• Média de 72 minutos por dia, 36 horas por mês
• 95% visitam o YouTube regularmente
• 65% do tempo dedicado a vídeos online é gasto no YouTube

::Recall de anúncios em sites de vídeo

• 76% lembram-se de anúncios vistos no YouTube
• Trailers são o formato de anúncio considerado mais efetivo para lembrança de marca e motivação de compra por 90% dos entrevistados
• Banners animados e anúncios em vídeo vêm em segundo lugar, sendo julgados efetivos por 87% dos entrevistados, seguidos de anúncios de texto com 60% e banners estáticos com 57%.
Leia o restante deste post »

por Ângelo Chaves às 05:49

É uma coisa para se pensar, quando se trata de propagar conteúdo gerado pelo blog/site e contar sempre com acessos de textos relevantes e dos mais antigos. É bom saber de todas as maneiras de se compartilhar conteúdo para otimizá-lo, otimizar seu layout e usar de add-ons de envio e compartilhamento de links diretamente para ferramentas de mídias sociais, bem como para o disparo de e-mail.social-net.png

Uma pesquisa apresentada no blog Digital Inspiration mostra que o e-mail continua sendo a maior forma de propagação de links (que nós aqui chamamos de lastro), seguido do Facebook e do Digg.

As pessoas preferem favoritar seus links em sistes de relacionamento como o Facebook e o Myspace do que em sites específicos para esse propósito, como o Delicious.

socialbookmarkdds.png

Para ilustrar, existe uma pesquisa de 2007 apresentando o cenário da época:

addthis2007.png

Você pode notar ao final deste post que existem alguns botões. Eles são de sites de Social Bookmarking (Favoritos), a forma mais fácil de você, leitor, compartilhar algo que achou interessante aqui com sua “social networking”.

Recomendo esse post para saber como se utilizar dessas ferramentas em seu blog/site.

por Renata Rolim às 06:36

O próprio criador já diz, a última coisa que o mundo precisa é de outro aplicativo 2.0 que proponha melhorar a sua vida. Mas tenho que admitir que o Bedpost é, como eu posso dizer, diferente dos outros aplicativos que estão por aí.

O Bedpost é um calendário onde você deve dar entrada cada vez que fizer sexo, preenchendo alguns poucos detalhes. Você também pode taggear as suas atividades e assim ter uma análise da sua vida sexual por um determinado tempo. Ah sim, caso a sua vida sexual seja muito atribulada, existe o campo “parceiro” para que você identifique o sortudo da noite e mantenha um histórico da relação.

bedpost.jpg

O aplicativo ainda está em fase Alpha, para saber como conseguir convites siga o Bedpost no Twitter.

Ah, o aplicativo ainda não se pronunciou quanto a inclusão de uma seção Parceiros em comum.

por Lara às 08:45

Segundo uma pesquisa publicada pela Forrester Research, em 2008 é esperado um forte crescimento no uso de ferramentas 2.0 no mercado corporativo.

Forrester Research

É realmente uma ótima notícia!

Fonte: Webware

por Bruna às 11:49

Desde fevereiro, no 1360 da Augusta, funciona uma loja colaborativa, a Endossa. Ela se autodefine como uma comunidade aonde qualquer pessoa que tenha uma marca, pode alugar espaço pra comercializar seus produtos sem pagar comissões à loja. Se vendeu, o dinheiro é todo teu.

Eles criaram o mecanismo de “Compra como endosso”: filtragem colaborativa que transforma a compra em uma ferramenta de curadoria das marcas da comunidade. Assim, todos os produtos da loja estão em constante renovação, graças às idéias de quem vende e as escolhas de quem compra. É o princípio do Digg e outros sites, baseado no voto.

Pra quem quiser entender melhor a contextualização da loja, aqui há uma explicação Ditadura do Varejo X Geração C X Long Tail que define a proposta da Endossa.

endossa2.jpg

por Bigbullet às 12:26

Não bastasse o “sucesso” das Redes Sociais  2.0, agora vc tem que ter o Twitter, Facebook, Myspace, Second Life, Digg , De.li.ci.ous e toda sorte de serviços para preencher o dia de quem ja está com “StackOverflow” de informações. A Web 2.0 é chata, é muito técnica e muito “geek”. Que tipo de integração, publicidade ou sucesso podemos esperar quando as pessoas precisaram aprender a enviar SMS com o Faustão para o sucesso da promoção Copa do Mundo. As vezes o grupo mais próximo as tendências da internet começa a hypar certas coisas que definitivamente nao fazem menor sentido. Onde está todo o ROI do “second life”?  Quem foi o gênio (precisa ser gênio) para vender um espaço para uma companhia aérea no Second Life onde as pessoas voam sozinhas.Aliás second life tem uma pegada semelhante a internet gratuita, quando me perguntavam sobre mídia em provedores gratuitos nos idos de 2000, eu sempre disse “quem não está disposto a pagar para usar a web, não está disposto a comprar nada”, o que é a mais absoluta verdade, assim como no second life, as pessoas fogem para o mundinho, onde podem trair, ser bonitas, bacanas e “descoladas”quando na verdade não levantam a bunda da cadeira para tentar ter uma “First Life”um pouco melhor. Enfim a Web 2.0 veio sem manual , e acho que se ficar técnica e chata vai virar coisa de gueto, talvez nós, os nerds podemos gostar, mas quem tiver que comercializar algo assim vai precisar de um gênio para comunicar não o produto, mas sim o mecanismo para acessar o produto ou serviço.Como sorveteiro, é só um palpite, muita informação, pouco $ na comercialização e o pior, o cliente se sentindo um babaca por vender asas em um mundo de passarinhos. Clica ai e vai viver a vida…. http://www.getafirstlife.com/

por Lara às 03:33

Hoje entrou no YouTube um vídeo novo sobre Web 2.0 e Educação. Uma pena que esse vídeo não estava lá em novembro do ano passado, teria sido um apoio bem interessante na apresentação do trabalho de conclusão do MBA.

Ele fala da importância em utilizar a Web 2.0 na sala de aula, estimulando as crianças a criarem, compartilharem e colaborarem. E, foi exatamente sobre o mesmo tema o meu TCC - “Web 2.0: Utilizando a colaboração em favor da educação”.

Aos interessados, o PDF do TCC está disponível aqui.

YouTube Preview Image

por Bruna às 08:01

Desde que Narciso apaixonou-se por si mesmo ao ver, pela primeira vez, seu reflexo no lago, a brincadeira não parou mais. Muito tempo depois, no Renascimento, foi inventado o espelho, que permitia que as pessoas não só se vissem, mas que se flagrassem vendo umas às outras.

O espelho fatalmente deu origem aos “modos”, olhar-se virou um hábito, um exercício de consciência, o que vejo é o que sou? A sensação que temos é que no espelho controlamos nossa própria imagem, e nele sempre queremos parecer mais bonitos.

Os modos deram origem à moda, e a moda às vitrines e às passarelas. Sacramentou-se então a invenção moderna do ego, e enxergado o ego, somos outros. E todos enxergando seus próprios egos e os egos dos outros, temos a cultura do olho.

O olho explica todas as grandes invenções da história: a fotografia, o cinema, e, por último, a televisão. Ver-se não é mais novidade, espionar-se tampouco. Agora tudo está às claras, mas será que todo mundo se vê como deve ser visto? E o que será que deve ser visto?

Pra pirar tudo de vez, surgiu a internet. A princípio, uma ferramenta de pesquisa, e depois, a principal transformadora das relações sociais no mundo. As pessoas agora não se conhecem apenas no colégio, no trabalho, no clube e na igreja, elas se encontram na internet.

E a dona internet, que não é boba, organizou-as em “sites de convívio”, redes que exibem e catalogam as pessoas por gostos e afinidades. No Brasil, é tão comum ter uma ficha na polícia quanto uma ficha no Orkut, o mercadão municipal onde é possível ver, comprar e vender de tudo.

Taggeados, etiquetados e associados a infinitos grupos e comunidades virtuais, agora todo mundo sabe o que a gente vê, come, lê, e nossas fotos pessoais podem ser vistas e comentadas. A internet passa a ser um espelho, mas com a opção “censura”, e para o qual mostramos só o que queremos.

Mas mostramos, de alguma forma: há quem mostre tudo via webcam, mas há quem mostre literatura, política e jornalismo bom sendo feito em blogs. Há programas de rádio sendo reformulados em podcasts e o cinema se reconstruindo no YouTube.

Na web 2.0 produz-se conteúdo em toda parte, o tempo todo e para todos os gostos. Produz-se sozinho ou em grupo, e outros grupos podem editar o que produzimos. Há muita gente falando, escrevendo, passando informação pra frente e pra trás.

Com a chegada da banda larga aqui, em 2000, recursos como os de streaming se tornaram possíveis, mas ainda caminhavam com as lesmas e ficaram no meio do caminho. De lá pra cá melhorou, mas está longe de termos a velocidade ideal de internet, aquela que age pela gente: pensei e o site carregou.

Hoje, com razoável velocidade de conexão, a transmissão de vídeos não só se tornou viável, mas pode ser feita ao vivo. O sujeito liga a webcam e transmite de qualquer lugar seu próprio show. Sites como UStream, Live video, Yahoo Live!, Mogulus e Justin.TV possibilitam isso. Mas se você preferir, use o Qik e transmita direto do celular.

Essas possibilidades podem reformular o papel do telejornalismo e acelerar a produção caseira e artística de vídeos (pra pornografia é um prato cheio), e isso só tende a melhorar. Pro cinema, pras telecomunicações e pra TV, que já está, obrigatoriamente, tendo que se reinventar. E, um dia, será que… desaparecer?

A brincadeira do espelho deu certo e agora a questão não é mais como “mostrar”, mas sim como “preservar”. Não podemos esquecer que Narciso inebriado pela própria imagem definhou e morreu. A outra versão da história é: virou uma flor. E se assim for, melhor.

 

 

Estátua de bronze em homenagem a Alice através do Espelho, continuação de Alice no País das Maravilhas, ambos livros de Lewis Carroll, nos arredores do Guildford Castle (UK)

 

por Lara às 08:07

Em outubro de 2007, a Nickelodeon realizou uma pesquisa com 7 mil crianças entre 8 e 14 anos e de 12 países diferentes chamada de “Playground Digital” . O objetivo da pesquisa era de entender o relacionamento das crianças com a tecnologia.

A pesquisa mostrou dados bem interessantes, entre eles o fato das crianças brasileiras serem as que mais utilizam a Internet e mais ainda, são as que mais acessam conteúdos Web 2.0 . Só perdem para a China no quesito de inclusão de vídeos na Web. (por que será, não é mesmo?)

Essa pesquisa acaba trazendo a tona o conceito de que a Web 2.0 é a Internet da nova geração, dessa geração Web. Muito mais do que uma evolução natural da Internet, a Web 2.0 é, na verdade, o modo de entender a Internet da geração que cresceu com ela. É o reflexo do comportamento das pessoas que aprenderam a desenvolver seus relacionamentos através do MSN, de manter contatos através de redes sociais e que acostumaram a ter acesso a toda a informação necessária com apenas um clique e sem dúvida, a interagir com ela.

Com isso, fica mais fácil entender a Web 2.0 quando se compreende essa geração. E é importante que as empresas façam uso disso para chegar mais perto do seu público-alvo, mesmo que na primeira estância, não sejam as crianças/adolescentes. A interação é muito importante e é isso que vêm marcando a nova publicidade e os novos conteúdos na Internet. Inclusive, vêm mudando o comportamento de consumo. Essa geração Web possui uma relação com o poder de compra muito mais cedo do que as gerações anteriores. Isso os torna decisores de compra e influenciadores de pais. Eles deixam de ser consumer para se tornarem prosumer* . Para conseguir a efetivação de compra desse prosumer, é importante levá-lo a um mundo especial em que sensações, ações e interações vão tornar sua vida mais interessante.

Essa necessidade de tornar o mundo de vendas mais especial não vale somente para o marketing. Qualquer relação, principalmente com essa geração Web, precisa ser muito mais interativa e dinâmica do que para as gerações anteriores. Seja no entretenimento, no comércio e até mesmo na educação.

* Prosumer: é um termo que surgiu com a Web 2.0. É a união das palavras Producer + Consumer. Ou seja, passa a ser o Produtor Consumidor.

Para ver a pesquisa da Nickelodeon na íntegra, clique aqui .

 

por Juliana Batista às 07:46

A web 3.0 ainda não é uma realidade tão clara para os habitantes fora do eixo da terra do Tio Sam, mas é interessante ver como o mercado e a cultura brasileira caminham para isso, ao menos no que diz respeito a tentar entender seu conceito (amém!).

Dentro de um processo que começou com uma maior atenção ao que se denominava – e ainda se denomina - de mídia online e num meio onde a mídia offline ainda ditava as regras, a web 2.0 foi ganhando força e filhos pródigos como SEM, SEO e SMO.

Falar em web 3.0 é falar no mundo ideal em que não haja mais a banal distinção de mídia on ou off, onde tudo seja uma engrenagem única – e o caminho para esse mundo ideal é cada dia mais real. Digo banal porque quando se pensa em marketing e publicidade como um todo, soa meio estranho pensar em on e off como coisas separadas, ou até mesmo chegar a tentar dizer que “essa é mais importante que a outra”. São peças diferentes, mas todas as duas são importantes para o bom funcionamento da engrenagem.

Sem falar que no passo que vai a tecnologia, vai ser até difícil definir o que é on ou off, será tudo a mesma coisa, ou uma nova coisa. Basta ver que nos EUA já é possível, ainda que em alguns casos em fase beta, usar TV e computador num só aparelho, o que propicia ao usuário buscar e visualizar propagandas na tela com anúncios relacionados com o contexto que está assistindo – isso é algo que pode ser trabalhado com SEM? – ou personalizar “o seu canal” com o conteúdo que lhe agrada ou de acordo com o nicho do qual faz parte – isso é algo que pode ser trabalhado com redes sociais?).

Em termos de economia, isso propicia o que Chris Anderson, autor do The Long Tail, alardeou na capa da Wired deste mês (aliás, ele é diretor de redação e um dos editores da revista): mais do que na era da web “ponto alguma coisa”, estamos na era do grátis.

O grátis, diz ele, surgiu com a evolução da economia de mercado, da livre e saudável concorrência. O Google é o maior exemplo disto, tendo lucrado US$ 4,2 bilhões em 2007 oferecendo tudo sem ônus. Detalhe: pelo menos 98% desta receita foi financiada pelos links patrocinados.

Entre outros exemplos da era do grátis podemos citar a boa e velha Wikipedia, operadoras de celular que dão o celular de graça em troca de assinatura de pacote de serviços, softwares “freemium” e a idéia do ano em 2007 no meio musical, que foi o Radiohead disponibilizando grátis seu CD In Rainbows (ou, melhor, em leilão, no sistema “pague o quanto quiser, puder e tiver, whatever, leve as músicas para casa”), pois o montante que realmente vai encher o bolso deles é o de shows e afins.

Isso levanta uma discussão acalorada sobre “quem financia o grátis”. Como disse João Marcelo Bôscoli, presidente da gravadora brasileira Trama, sempre tem alguém que paga a conta, e a transferência desta para os anunciantes é mera reprodução do mecenato que existe há um trilhão de anos. Ou seja, nada se cria, tudo se copia, muta e dá cria.

Mais do que isso, todos esses fatos denotam uma revolução no sentido de informação, qualidade e interatividade.

O fato é que é muito bom estar num mundo onde as informações e os acontecimentos estão aí - basta você se mexer para não ficar para trás.

por Michel Carasso às 07:46

No intuito de tornar ainda melhor o gerenciamento de anúncios, o Google lançou hoje (5ª feira – 13/03/2008) o Ad Manager, que é complementar ao Ad Sense. O serviço é gratuito e busca ajudar responsáveis por sites a vender campanhas de propaganda de forma mais rápida e preencher espaços não vendidos em suas páginas.

O Ad Manager se propõe a facilitar alguns problemas na administração de publicidade online como, por exemplo, achar inventário online disponível e pegar anúncios com os cliques que melhor pagam.

Sua flexibilidade permite que publishers vendam suas próprias propagandas, além disso, a nova plataforma pode direcionar anúncios a usuários específicos, baseado no domínio, o navegador, a linguagem, o sistema operacional e quanta banda o usuário consome.